Profissionais aguardam desde 2015 por regularização que dependia do Ministério da Pesca e Aquicultura
PMP/Secom > O Catharinense
O anúncio feito pelo superintendente da Fundação Cambirela de Meio Ambiente, Anestor Pedro Denon, renova a esperança da maricultura palhocence. “As licenças para os maricultures de toda a orla do município de Palhoça estão cada vez mais perto. É uma espera de muitos anos que vai devolver a regularização à profissão”, afirma o superintendente. O estudo sobre a viabilidade das licenças passou por etapas dentro do município e por pareceres emitidos em Brasília.
Agora, após a renovação dos Parques Aquícolas de Palhoça feita pela Fundação Cambirela de Meio Ambiente (FCAM), o último degrau para as licenças é um parecer do Ministério da Pesca sobre a qualidade das águas do município. “É a consolidação de um processo que vai colaborar bastante com o desenvolvimento da maricultura” afirmou o superintendente da FCAM, Anestor Denon.
De acordo com a Secretaria Municipal de Maricultura, Pesca e Agricultura, Palhoça tem hoje mais de 230 maricultores. A atividade é dividida em dois Parques Aquícolas, um específico para a região da Ponta do Papagaio e outro que abrange o restante do litoral palhocense. O secretário de Maricultura, Pesca e Agricultura, Flávio Martins, ressalta a importância das licenças para os trabalhadores. “As licenças também ajudam com regras que melhoram a operação da maricultura, certificam a qualidade do produto e também são maneiras que os maricultores podem encontrar para viabilizar financiamentos junto às entidades financeiras”, ressalta.
Como as licenças são dadas aos parques aquícolas, todos os maricultores do município serão beneficiados. A expectativa é que o processo esteja totalmente finalizado e com as licenças entregues dentro de quatro meses, antes da próxima temporada de verão.









