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Florianópolis fecha 2023 com inflação acima do índice nacional, mostra Udesc Esag

Os números são do Índice de Custo de Vida (ICV), calculado mensalmente pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), por meio do Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas (Esag), com apoio da Fundação Esag (Fesag).

por Johnny Gomes
04/01/2024
em Sem categoria
Florianópolis fecha 2023 com inflação acima do índice nacional, mostra Udesc Esag
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UDESC/ESAGGOVSSC/UDESC/ESAG/SECOM>OCATHARINENSE

Os preços dos produtos e serviços consumidos pelas famílias de Florianópolis subiram 0,29% em dezembro, desacelerando em relação à inflação registrada no mês anterior, de 0,37%. Mesmo com a queda nos combustíveis para automóveis, os preços ligados aos transportes pesaram no índice, principalmente por conta do aumento nas passagens aéreas. Seis dos nove grupos pesquisados tiveram aumento.

Os números são do Índice de Custo de Vida (ICV), calculado mensalmente pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), por meio do Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas (Esag), com apoio da Fundação Esag (Fesag).

Inflação do ano

O índice local acumulado em 2023 ficou em 5,23%, o que deve ficar acima da inflação nacional medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que deve ter os números de dezembro anunciado nos próximos dias pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e ficar em torno de 4,5%, de acordo com projeções do Banco Central. O IPCA acumulado até novembro está em 4,04%.

Entre os grupos pesquisados, o maior aumento acumulado em 2023 foi o dos transportes (8,1%), seguido dos artigos de residência (7,2%), educação (6,9%), habitação (6,4%) e saúde e cuidados pessoais (6%). Já a inflação dos alimentos ficou abaixo do índice geral, com 3,9%, assim como comunicação (4,6%) e despesas pessoais (3%). O grupo vestuário foi o único a ter queda nos preços (-6,6%).

Alimentação

O grupo Alimentos e Bebidas, que corresponde a mais de um quinto do orçamento das famílias, teve alta de 0,28% em novembro – uma desaceleração em relação a novembro, quando a inflação dos alimentos foi de 0,36%. A alta foi maior nos alimentos comprados em feiras e supermercados para consumo em casa (0,35%). Já as refeições consumidas em lanchonetes e restaurantes subiram menos (0,16%).

O grupo com maior aumento foi o dos cereais, leguminosas e oleaginosas (5,8%), com destaque para o arroz agulha (8,3%) e o feijão preto (3,8%). Também houve alta forte dos tubérculos, raízes e legumes (4,8%), com aumento de 13,4% no preço da batata inglesa. Hortaliças e verduras subiram 2,2%, com um aumento de 6,9% da couve-flor e 3,4% da beterraba.

Mesmo com aumento na maioria dos subgrupos pesquisados, alguns alimentos importantes no consumo das famílias ficaram mais baratos em dezembro. É o caso das carnes (-0,1%), que teve redução nos preços das costelas bovina (-2,1%) e suína (-3,3%), e dos pescados (-0,6%). A maior redução foi a do leite e derivados (-1,9%), com queda de -2,8% no leite longa-vida e de -3,3% no queijo prato.

Transportes e outros

Os preços ligados aos transportes (que tem um peso no orçamento das famílias quase igual ao da alimentação) voltaram a ficar mais caros em dezembro (0,40%). O índice desse grupo subiu mesmo com a redução nos preços dos combustíveis para automóveis (-0,74%). Foram as passagens aéreas que puxaram a alta (11,4%), depois de uma queda de -3,3% no mês anterior.

Além de alimentação e transportes, houve alta forte em dezembro nos preços dos artigos de residência (1%), puxados pelos eletrônicos (2,3%). Também subiram os itens de vestuário (0,15%) e despesas pessoais (1,2%). Já os preços ligados a saúde e cuidados pessoais ficaram mais baratos (-0,9%). Serviços de comunicação e preços relacionados à educação permaneceram praticamente estáveis.

Sobre o Índice de Custo de Vida

O ICV/Udesc Esag registra a variação dos preços de 297 produtos e serviços consumidos por famílias de Florianópolis com renda entre 1 e 40 salários-mínimos. Para o último boletim mensal, os dados foram coletados entre os dias 1º e 31 de dezembro. O índice é publicado regularmente desde 1968.

A metodologia é a mesma usada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o cálculo do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial para a meta de inflação nacional. Para o cálculo do ICV, a Udesc Esag conta com o apoio da Fundação Esag (Fesag) na atualização das ferramentas utilizadas.

Mais informações podem ser obtidas em udesc.br/esag/custodevida, onde é possível consultar os boletins mensais (desde 2010) e as séries históricas (desde junho de 1994) do ICV/Udesc Esag.

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Johnny Gomes

Johnny Gomes

O Observador do Poder Sou um profissional dedicado a decifrar os bastidores da política, indo além do que é dito em tribunas e comunicados oficiais. Minha rotina é pautada pela busca da precisão histórica e pelo compromisso com a veracidade, atuando como um filtro essencial em meio ao fluxo constante de dados e narrativas das redes sociais. • Análise Estratégica: Possuo a habilidade de conectar fatos isolados, identificando tendências e antecipando crises ou alianças governamentais antes que se tornem públicas. • Rede de Contatos (Networking): Transito com ética entre diferentes espectros ideológicos, mantendo fontes de confiança que permitem o acesso a informações exclusivas e "em off". • Combate à Desinformação: Em 2025, minha função foi e em 2026 também continuará sendo pedagógica, ajudando o cidadão a distinguir fatos comprovados de manipulações digitais e inteligência artificial maliciosa. • Adaptabilidade Multimídia: Seja escrevendo análises profundas, participando de podcasts ou realizando coberturas em tempo real, procuro dominar a linguagem direta e analítica necessária para o jornalismo moderno. • Papel Social: Atuo como um "cão de guarda" da democracia. minha descrição é a de alguém que valoriza a transparência pública, questiona o status quo e entende que a política é a ferramenta que molda a economia, a cultura e o cotidiano da sociedade.

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