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Chocolate, queijo, azeite e molho de tomate podem ficar mais baratos com acordo entre UE e Mercosul

Os azeites produzidos nos países europeus, taxados em 10%, terão a alíquota zerada a partir do 15º ano, mas também já ficarão mais baratos a partir do primeiro ano de vigência, devido aos cortes graduais.

por Johnny Gomes
11/01/2026
em Mundo
Chocolate, queijo, azeite e molho de tomate podem ficar mais baratos com acordo entre UE e Mercosul
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BANNERFOLHAPRESS/OCATHARINENSE

O acordo entre União Europeia e Mercosul aprovado na sexta-feira (9) pelos países europeus pode baratear produtos bastante consumidos pelo brasileiro e conhecidos pela qualidade na Europa, como chocolates, queijos, azeites e molho de tomate. O tratado comercial prevê redução de alíquotas para vários alimentos a partir de um cronograma pré-definido.

Os chocolates europeus, por exemplo, hoje são taxados em 20% pelo Brasil, mas ficarão imunes aos tributos a partir do décimo ano de vigência do acordo, que ainda precisa ser aprovado pelo Parlamento Europeu. O cronograma de cortes, no entanto, já começa logo no primeiro ano de tratado.

Os queijos da UE, que hoje têm alíquota de 16%, também terão isenção de tributos de importação a partir do décimo ano. Nesse caso, haverá uma cota anual de 30 mil toneladas em todo o Mercosul -quando essa quantidade for atingida, os importadores precisarão voltar a pagar impostos de importação. A mozarela, porém, seguirá sendo taxada em 28%.

Já os azeites produzidos nos países europeus, taxados em 10%, terão a alíquota zerada a partir do 15º ano, mas também já ficarão mais baratos a partir do primeiro ano de vigência, devido aos cortes graduais.

A redução nos impostos de importação de azeite, aliás, pode gerar um impacto significativo nas compras dos brasileiros. Hoje, quase todo o azeite consumido no Brasil vem de fora do país, sendo que Portugal é de longe o maior exportador do alimento para o Brasil (em 2025, foram 10 mil toneladas, contra 662 vindo da Argentina, o segundo colocado).

Estão na lista também de produtos que deverão chegar mais baratos ao Brasil os molhos de tomate, sobretudo os italianos -principal origem dos molhos importados pelo Brasil. Nesse caso, em dez anos, os molhos verão as taxas de 18% de importação serem zeradas.

Os consumidores de kiwi no Brasil também devem se beneficiar com o acordo. A maior parte da fruta vendida em supermercados brasileiros vem de fora, sendo Grécia e Itália o segundo e o terceiro maiores vendedores, atrás apenas do Chile. Nesse caso, a redução será integral logo no primeiro ano de vigência.

Os vinhos europeus, por sua vez, terão alíquotas de 20% a 27% reduzidas a zero entre o oitavo e décimo ano, a depender do tipo de vinho. Já os vinhos brancos produzidos em algumas regiões específicas da Europa serão isentos logo no primeiro ano do acordo.
A manteiga também terá sua alíquota reduzida, ainda que o Brasil importe muito pouco desse produto. Nesse caso, assim que o acordo entrar em vigência, a manteiga europeia terá uma alíquota reduzida em 30% -hoje, a alíquota aplicada pelo governo brasileiro é de 16%.

ASSOCIAÇÕES EMPRESARIAIS CELEBRAM ACORDO

Se na União Europeia agricultores manifestam contrários ao acordo com medo de que a carne brasileira tome parte do mercado europeu, no Brasil há euforia com o tratado.

O agronegócio brasileiro será o maior beneficiado com o acordo. As tarifas de importação de 77% dos produtos agropecuários enviados pelo Mercosul para o bloco europeu serão eliminadas, com destaque para carnes suína e de frango, açúcar, pecuária bovina e óleos e gorduras vegetais.

Simulações feitas pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), por exemplo, mostram que, até 2040, as exportações de carnes de suínos e aves aos países europeus cresceriam 19,7%.
Após a aprovação do acordo, a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) publicou uma nota, afirmando que o tratado comercial representa um avanço no comércio entre os dois blocos. A entidade celebra a possibilidade de o Brasil exportar mais frango, carne suína e ovo para a União Europeia.

Já a CNI (Confederação Nacional da Indústria) disse que o acordo representa um passo significativo para a inserção internacional do Brasil e para o fortalecimento da indústria nacional.

“O acordo também prevê o reconhecimento recíproco de indicações geográficas, protegendo produtos regionais brasileiros com selo de origem e ampliando oportunidades para marcas nacionais no mercado europeu, como café e queijos”, diz em nota.

Tags: ACORDO/UE/MERCOSUL/CHOCOLATESAZEITESMANTEIGAQUEIJOSVINHOS
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Johnny Gomes

Johnny Gomes

O Observador do Poder Sou um profissional dedicado a decifrar os bastidores da política, indo além do que é dito em tribunas e comunicados oficiais. Minha rotina é pautada pela busca da precisão histórica e pelo compromisso com a veracidade, atuando como um filtro essencial em meio ao fluxo constante de dados e narrativas das redes sociais. • Análise Estratégica: Possuo a habilidade de conectar fatos isolados, identificando tendências e antecipando crises ou alianças governamentais antes que se tornem públicas. • Rede de Contatos (Networking): Transito com ética entre diferentes espectros ideológicos, mantendo fontes de confiança que permitem o acesso a informações exclusivas e "em off". • Combate à Desinformação: Em 2025, minha função foi e em 2026 também continuará sendo pedagógica, ajudando o cidadão a distinguir fatos comprovados de manipulações digitais e inteligência artificial maliciosa. • Adaptabilidade Multimídia: Seja escrevendo análises profundas, participando de podcasts ou realizando coberturas em tempo real, procuro dominar a linguagem direta e analítica necessária para o jornalismo moderno. • Papel Social: Atuo como um "cão de guarda" da democracia. minha descrição é a de alguém que valoriza a transparência pública, questiona o status quo e entende que a política é a ferramenta que molda a economia, a cultura e o cotidiano da sociedade.

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